quarta-feira, 2 de outubro de 2013

quinta-feira, 30 de maio de 2013

AMIZADE



A amizade é a forma de cativar as pessoas. Estas devem ser aquelas possam ser dignas de confiança de quem as torna amigas. Amizade também é um dom, pois quem a possui sabe construir amizades verdadeiras. Não se deve apenas ter amigos, o mais importante é ser amigo. (Jodson Sodré).

quinta-feira, 23 de maio de 2013

DESÂNIMO NÃO É MOTIVO PARA DESISTÊNCIA DOS NOSSOS REFERÊNCIAIS








Somos herança de uma construção milenar. Porém, esta responsabilidade humana pode vir a perder sentido, quando não buscado a fundo a sua resignificação para as nossas vidas. Ainda mais desafiadora quando temos experiências passadas desafiadoras, que provaram os nossos antepassados, por um tris conseguiram ficar e construir alicerces que fizeram crescer uma história de coragem e testemunho.
E, hoje, além dos desafios que podemos enfrentar no interior da vida comum, sofremos um desafio que talvez, nossos antepassados não tiveram experimentado, uma vez que elas ainda não tinham força influente como hoje. Novamente remete, a olhar para histórias de crises a qual nossos líderes viveram, a sua capacidade de restabelecer metas otimistas graça ao ombro amigo de muito dos que se colocaram coopartícipes desta ancora humana e juntos puderam estabelecer o testamento de uma nova comunidade, que precisa não só ser lembrado por nós, mas, também que suscita a nossa resposta de continuação destas capacidades criativas de responsabilidade.
A complexidade do mundo presente caminha escuro. Oferece caminhos diversificados, uns mais largos prontos a nos derrubar no precipício, e outros estreitos que são caminhos de realização. Mas, a melhor forma de responder ao clamor da nossa humanidade histórica, é ser humilde. A humildade de reconhecer que não somos fruto de uma relação de acaso, mas que somos frutos de material humano construído através de um longo caminho árduo e desafiador. Porém, o que nos chama atenção é a serenidade e a firmeza com a qual estas humanidades responderam ao seu tempo: ante as ameaças deste mundo antagônico, tiveram capacidade de construir alicerces seguros, respondendo as necessidades comuns, que nos faz celebrar a vida que somos.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A SABEDORIA HUMANA QUE LEVAMOS DENTRO DE NÓS




Na vida, conhecemos pessoas incomparáveis. São pessoas presentes nas nossas histórias humanas desde a nossa concepção, junto aos nossos pais. São testemunhas vivas de todo o nosso crescimento humano. São anciãs que respondem às necessidades da hora, pois elas mesmas são os autores do saber. Traços que muitas vezes, continuam a ser carregadas por nós, com muito orgulho.
Testemunhas da vida, não obstantes as fraquezas que também fizeram parte destas personalidades humanas, inerentes à condição humana. O que de fato fica, na memória, é a postura moral com a qual orientaram suas vidas, mesmo sendo consideradas posturas estúpidos frentes às forças morais provindas fora do seu contexto. Sinais que possibilitam a compreensão de uma força íntegra cultivada durante o seu estar no mundo, frente ao material humano que a vida no seu devido tempo disponibilizou, são referenciais transmitidos por gerações milenares.
Nos desafiam para uma busca constante de compromisso humano, mais sincero e duradouro. Se ainda caminhamos alimentando desconfianças nesta vida, é porque perdemos a sensibilidade de perceber que é recorrendo a estes referenciais humanos que podemos construir uma humanidade mais comprometida. Porém, o mundo presente nos incentiva a abandonar tudo, assim viver o imediatez, sem referenciais mais seguros, pois para esta racionalidade contemporânea, devemos ser objetos das forças que prega o mundo de aparências.
Esta proposta do presente transparece na nossa maneira desonrada de responder às exigências propriamente humanas, as quais as posturas destas pessoas nos desafiam. A pior desgraça humana acontece quando a insensibilidade para com estes mestres e sábios, toma conta da nossa humanidade. Pois deixamos de perceber o valor da vida! Somos omissos, temos medo de comprometermos, como desculpa alimentamos a postura indiferente. Indiferença que muitas vezes são reflexos das fantasias criadas por mundo preestabelecido, para nós tão perfeccionistas que vedam os nossos olhos, impossibilitando nossa capacidade de buscar aprendizagem nos simples atos humanos.
A verdade é que cada um de nós, na sua singularidade, está em busca de uma realização humana integral, e a indiferença além de impossibilitar esta realização, por si só pode se tornar elemento autodestruidora. Pois, esta postura nos leva a nos tornar vulneráveis a todas as propostas efêmeras encontradas a cada segundo das nossas vidas. Mas, quando temos a sagacidade de olhar o além, que não significa esquecer os referenciais e viver só do futuro, mas considerando a tríade da nossa experiência humana (passado, presente, futuro), levando em conta as personalidades marcantes das nossas vidas, conseguimos construir uma personalidade sadia, capaz de testemunhar a humanidade apreendida junto às pessoas com as quais tivemos oportunidade de conviver e a alegria de escutar a sua voz nos chamar de neto.
Uma carga humana, muito profunda que carregamos junto de nós, nas lutas cotidianas. Sem dúvida, o humano que somos, seremos, sempre é fruto desta vivência que foi construído destes os primeiros referenciais humanos. Uma vez perdidos os sábios da vida, se procuramos viver com intensidade os momentos propícios que a caminhada favoreceu, somos nós os portadores desta mesma humanidade, uma vez, que o que estava fora de mim, passa a ser “sabedoria que levamos dentro de nós”, e desta vez temos o dever de transmiti-los ao mundo no qual estamos inseridos, acima de tudo com a nossa postura humana.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Homenagem a Minha querida cidade Capital das Belezas Naturais



São Gabriel da Cachoeira

Meu São Gabriel querido,

Aqui vai a minha canção

Nascida do amor pelas coisas

Que ficaram em meu coração.

Remando por rios distantes,

Belezas iguais nunca vi.

Oh, meu rio Negro encantado,

Me orgulho ser filho de ti.

As matas e as cachoeiras

E a serra do Cabari

Wariró, a Bela adormecida,

Que não se esquece de ti

REFRÃO:

Por isso me orgulho de ser gabrielense,

Terra amada, e as suas belezas naturais,

São as maravilhas deste lugar! (bis)

Solo: D, Em, A

No morro da Esperança

Avistamos a sua bela praia

Ao fundo a Ilha do Sol

Onde nadam graciosas arraias

Remando pelos seus rios,

Vinte e três etnias encontramos:

Baniwas, Barés e Tucanos

E assim os seus filhos formamos.

Meu São Gabriel da Cachoeira,

Esta é a minha homenagem,

Que em terras brasileiras

Onde encontrei melhor hospedagem.